O colapso do Grupo Fictor, com dívidas bilionárias e pedido de recuperação judicial, trouxe à discussão a possível responsabilidade de intermediários financeiros diante de orientações divergentes prestadas a investidores. Relatos indicam que, mesmo diante de sinais de risco, assessores teriam minimizado preocupações e incentivado novos aportes.
Dissonância Informativa e Responsabilidade Civil: O Papel das Assessorias de Investimento no Caso Fictor